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Do Aspecto Legal | O Brasil chega em seu pior patamar de desemprego desde 1992

Por: Renã M. Camargo
29/07/2020 17:32
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Divulgação

Em recente relatório elaborado pelo CAGED (28) o Brasil alcançou, novamente, uma triste estatística para seus quadros de empreendedorismo, tal fato, resulta da notícia sobre o grau de demissões desde o início da pandemia (março) chegando ao número de 1,5 milhão de novos desempregados.

Este número, somasse a antiga promessa do atual governo de alçar voo para gerar milhões de empregos com carteira de trabalho registrada, visando, retirar inúmeros profissionais que laboram na condição de informais, autônomos e outros que não referem-se nos quadros estatísticos para dar credibilidade ao setor empregador, tanto no cenário nacional, como, internacional.

O cenário que estamos vivendo é muito diferente daquele do início do ano – no qual, apenas nos meses de janeiro e fevereiro (antes da pandemia) haviam sido gerados cerca de 341 mil novos empregos, valor 50% superior aos números do ano passado (2019).

O governo, em recente comentário, argumenta que programas emergenciais evitaram dados piores de emprego na pandemia, afirmando que algumas dessas medidas, foi a que permitiu a suspensão de contratos e redução de jornadas e salários após acordo entre patrão e funcionário (MP 927).

Até o momento, por relatórios do próprio CAGED, cerca de 14,8 milhões de acordos desse tipo foram firmados por aproximadamente 1,4 milhão de empresas. Sendo que o setor de serviços responde por 7,2 milhões desse total, seguido por comércio (3,7 milhões), indústria (3,3 milhões) e construção (358 mil).

Situação que pode se agravar com as novas medidas do Governo no intuito de frear a propagação do vírus – a qual o faz, pelas novas medidas de Decretos que proíbem a abertura de determinados setores do comércio, transporte e serviços, como é o caso do Estado de Santa Catarina.

Diante deste fato, o atual cenário nacional ainda continua com aspecto repressivo quanto as possibilidades de novas aberturas de empresas e, consequentemente, empregos sendo gerados, visto que a população ainda não encontrou o meio-termo para possibilitar o retorno gradativo as funções, tanto nos setores de serviços e comércio.


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